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quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Últimos medalhistas do quadro


Depois da primeira publicação dos Jogos Olímpicos, sobre o futebol feminino, vou postar sobre o restante das delegações que ganharão medalha, segundo o blog. Lembrando que já foram analisados 120 países, 60 prováveis medalhistas e 60 prováveis países que irão apenas para participar da maior festa do esporte mundial. Ao lado direito, no botão "Todos os países" estes podem ser visualizados.

Venezuela Os venezuelanos, cada vez mais fortes no esporte com a política do presidente Chavez, mostraram sua força no Pan do ano passado, quando ficaram á frente da Argentina. Para Pequim, a principal chance de medalha, e que o blog "deu" prata é na esgrima, com Silvio Fernandez. Serão 120 atletas em Pequim, com destaque para a equipe masculina de volei e softbol feminino. Além disso, o tawekondo chega com chances reais de medalha, com Juan Diaz, Carlos Carbajal e principalmente a atual medalhista de bronze Adriana Carmona. Em Atenas, foram dois bronzes.

Bahnein O pais que tem ate um GP de Formula 1 em seu calendario, ira para Pequim com 12 atletas, divididos em natacao, atletismo e tiro. O grande nome que pode acabar com o jejum de nunca ter ganho uma medalha olimpica e Rashid Ramzi, atual medalha de prata no mundial de 1500m rasos. Jamal Maryam e atual campea mundial dos 1500m feminino e pode tambem quebrar o jejum. Um pouco mais distante da medalha, Tereq Taher tem chances de podio nos 3000m com obstaculos, mas bem menores devido a supremacia queniana na prova.

Singapura O país que tem uma medalha de prata na história da competição, conquistada em Roma 1960, tem tudo para conquistar a segunda medalha. Com apenas 26 atletas na delegação, o país tem chances reais de conquistar medalha no tênis de mesa, principalmente por equipes feminino, em que é favorito para medalha de prata. Além disso, o badminton pode surpreender e a natação, com quatro atletas, mostra-se ao menos um pouco competitiva.


México O México, que se conquistar apenas uma prata como previsto pelo blog terá a pior campanha desde Seul, quando o país levou dois bronzes. Com a aposentadoria de Ana Guevara, que brigou com o comitê olímpico nacional, o atletismo ficou sem sua maior estrela mas pode levar medalhas ou na marcha ou nas provas de meio fundo e fundo. A medalha prevista pelo blog é do tawekondo, com Maria Espinosa na categoria pesado. Outros atletas do tawekondo tem chances de medalha e os saltos ornamentais correm por fora.

Mali A delegação de Mali terá apenas 17 atletas, 12 deles da seleção feminina de basquete, que deverá ser o saco de pancadas da competição. Entretanto, Daba Keita, do tawekondo é favorito para medalha na categoria até 80kg,em que é campeão mundial e que o blog o colocou como medalha de prata. Além disso, terá dois atletas na natação e dois no atletismo.

San Marino O pequeno país que sediou GPs de fórmula 1 durante anos busca sua primeira medalha da história e tem a atiradora Daniela Del Din como favorita na fossa olímpica. Além dela, serão apenas mais um atleta no atletismo, Ivano Bucci, e dois na natação, Simona Muccioli e Emanuele Nicoline.

Filipinas Em jejum de medalhas desde 1996, a delegação de Filipinas estará em Pequim com 15 atletas para conquistar a primeira medalha em 12 anos.Harry Tanamor, da categoria até 48kg do boxe, é a principal esperança do país e é apontado pelo blog como medalha de prata na categoria. O tawekondo e os saltos ornamentais, com duas vagas cada, também são destaques da delegação que também participará do atletismo, natação, tiro com arco e levantamento de peso.

Áustria Cinco bronzes são esperados pelo blog para a equipe austríaca, que em Atenas 2004 levou dois ouros e um total de sete medalhas. O judô segue como uma das principais modalidades do país, que espera, segundo o blog, três bronzes. A vela tem Roman Hagara e Hans Peter Steinacher na classe tornado como favorito para medalha também. Serão 79 atletas.

Honk Kong Depois de um ouro em 1996, zerar em 2000 e levar uma prata em Atenas, Honk Kong é favorito para três medalhas nos Jogos de Pequim, mesmo com uma equipe de apenas 39 atletas. O destaque é para o tenis de mesa, favorito para medalha de bronze tanto entre os homens como entre as mulheres. A suposta terceira medalha viria do badminton feminino. Além disso, o ciclismo, o remo e a esgrima são os destaques da delegação.

Belgica O pequeno e rico pais viajara para Pequim com cerca de 110 atletas, 30 deles no futebol masculino e no hoquei na grama, os dois esportes mais populares do pais. O futebol, entrara no grupo do Brasil, sem muitas expectativas. Nao pelo fato de estar no grupo do Brasil e sim por nao ter grandes craques. O Hoquei na grama estara feliz com uma classificacao para as quartas de finais.
A principal expectativa de medalha, Justine Henin se aposentou meses antes dos Jogos Olimpicos, o que praticamente arrancou do pais um podio certo. Embora a Bélgica não tenha participado de apenas duas edições dos Jogos – Atenas-1896 e Saint Louis-1904 –, os resultados não são os mais significativos. No ranking geral, aparece na 28ª posição, com 36 ouros e 137 pódios. A melhor campanha da Bélgica foi em 1920, quando o país sediou as Olimpíadas na Antuérpia.
As principais expectativas ficam com o time do revezamento 4x100m do atletismo feminino, algumas categorias no judo e ciclismo. Nos tatames, Dirk Van Tichelt na categoria ate 73kg e campeao europeu e pode levar uma medalha. Nas rodinhas, Paul Palissen no montain bike, Iljo Keisse por pontos e Tom Boonen na concorrida prova de estrada estao entre os cotados para o podio.

Malásia O badminton deve ser o carro chefe da Malásia nos Jogos Olímpicos, com o país sendo favorito para medalhas de bronze tanto individual quanto em duplas masculina. A medalha de prata está prevista para o ciclismo, que seria a primeira medalha da história do país sem ser no badminton. São 33 atletas malaios em Pequim.

Índia O país do Hóquei na grama já não é mais o mesmo e sequer se classificou para os Jogos de Pequim. Com uma população de 1 bilhão de habitantes, o país espera apenas uma medalha, no tiro com Abhinav Bidra na carabina 10m. Ao todo serão 58 atletas, 10 deles no tiro, o esporte que no momento faz mais sucesso no país. Atletismo e natação também tem um número razoável de atletas.

Irlanda Apenas uma medalha de bronze está prevista pelo blog para os Jogos Olímpicos de Pequim, que zerou nos Jogos Olímpicos de Pequim depois de perder o ouro no hipismo saltos por dopping. Serão 58 atletas e o único favorito para o pódio, segundo o blog, Philip Murphy na fossa olímpica do tiro.

Mongólia Mongólia ganhou um bronze nos Jogos Olímpicos de 2004 e 1996, zerando Sydney e tem um total de 14 pódios na história dos Jogos Olímpicos. Serão 29 atletas em ação buscando aumentar o score de medalhas. O úncio favorito indicado pelo blog foi Naranbaatar Bayaraa na categoria até 55kg da luta livre. Uma equipe forte que estará em Pequim será a do judô que poderá disputar duas ou até mesmo três pódios.


Vietnã O levantamento de peso pode colocar o Viatnã no quadro de medalhas pela segunda vez, já que esteve presente com uma prata em 2000. Hoang Anh Tuan, do levantamento de peso categoria até 55kg, foi colocado pelo blog como medalhista. Serão 13 atletas em Pequim, três deles no tawekondo que pode surpreender e levar um pódio para o país.

Armenia O pais que tem em sua historia uma medalha de ouro, uma de prata e uma de bronze tem chances reais de aumentar essa sua quantia. Com 26 atletas divididos em apenas sete esportes, as chances estao concentradas no levantamento de peso.Hripsime Khurshudyan na categoria superpesada feminina, Meline Daluzyan ate 63kg, Nazik Avdalyan ate 69kg tem chances de medalha para as mulheres, todas muito bem cotadas mas nao favoritas ao podio. Ja Gevorg Davtiyan, na categoria ate 77kg masculina, e a principal chance. Apostei num bronze para ele.No boxe, Hrachik Javakhyan tem chances de bom resultado

África do sul Apenas um bronze esperado,segundo o blog, para África do Sul, que em 2004 ficou ao todo com seis medalhas, com destaque para o ouro do revezamento 4x100m livre da natação masculina. Agora, com a natação com chances menores de medalhas, mas ainda existentes, claro, os sul-africanos tem como provável medalhistas Donovan Cech e Ramon Di Clemente no dois sem do remo. A equipe de hóquei na grama feminino, o boxe e claro, a natação são as maiores equipes do país.

Lá Atrás parte II

Uma boa oportunidade para quem quer ganhar o STOP na próxima bricandeira entre amigos. Mais 30 delegações, resumidas, aqui no blog para os leitores

El Salvador Com 11 atletas, a delegação de El Salvador vai para Pequim sem a presença dos arqueiros medalhistas no Pan de 2003, mas mesmo assim tem alguns destaques. Franklin Cisneros conseguiu uma das vagas do continente para categoria até 81kg do judô enquanto Camila Vargas conseguiu uma das vagas no remo. No atletismo, Salvador Mira conseguiu índice A para as provas de marcha atlética, prometendo boas colocações.

Guiné Equatorial Depois de mandar o lendário Eric Mossambani para os Jogos de 2000, quando o nadador nadou cachorrinho os 100m efez um tempo em que sequer se classificaria para a prova dos 200m, a Guiné mandou três atletas para 2004 e agora em Pequim terá três atletas também. Emilia Mikue e Reginaldo Michandong vão no atletismo sem chances algumas, enquanto Jose Nchama foi convidado para disputar o judô.

Fiji As ilhas da Oceania levarão para Pequim seis atletas, três a menos que em 2004, quando foi representada em cinco esportes. Em 2008, atletismo, natação, judô, tiro e levantamento de peso estarão representados. No tiro, Glen Klabe tenta superar o 30º lugar obtido há quatro anos e Carl Pobert tenta melhorar seus tempos dos 50m e 100m livres feito em Atenas. Josefa Vuelti foi convidado para participar do levantamento de peso e Niko Verekauta, que disputará os 400m, com até alguma chance de passar a segunda rodada e Makelesi Batimala que tem poucas chances nos 100m feminino.

Gabão Lionel Baguisse, do tawekondo, é o único dos quatro atletas do país que conseguiu a classificação pelos torneios qualificatórios, graças ao vice campeonato no torneio africano. Sandrine Ilendou ganhou convite no judô e Paulette Milama e Wilfried Bingagoye correm no atletismo sem grandes chances.

Gana A delegação de Gana tem o boxe como principal destaque, com seis vagas em 11 categorias, o que significa que dois terços da delegação do país vem do esporte das luvas grandes.
No atletismo, Aziz Zakari é o principal nome do país e já foi semi finalista olímpico nos 100m rasos além de finalista do mundial de 2005. Os outros dois atletas do atletismo tem histórico menos vasto, com Vida Anim tendo chances de avançar para segunda rodada nos 100m e 200m rasos e Seth Amoo sem grandes chances nos 100m.


Granada Oito atletas no atletismo e um no boxe são os nove competidores do país em Pequim. O atletismo tem Alleyne Francisque como principal chance de medalha, apesar de remota, já que não aparece na mesma fora da quarta posição obtida em Atenas, há quatro anos nos 400m rasos. Entre os homens, destaque para Joel Philip que correu os 400m rasos em 45s29, tempo que pode o colocar numa final.

Guam A pequena ilha da Oceania conseguiu classificar seis atletas para Pequim, um a mais que há quatro anos. O principal destaque é para a canoagem, em que Sean Pangelinem conseguiu a vaga continental nas provas de canoa. Maria Dunn, na luta livre, e Christopher Duenas receberam convites para participar das competições, bem como o judoca Ricado Blas. No atletismo, Cora Alicto é candidata a ter o pior índice técnico da competição, já que tem melhor tempo nos 110 com barreira de 17s38, mais de seis segundos pior que o recorde mundial.Entre os homens, Darek Mandell participará dos 1500m rasos.


Guatemala O país da América Central tem como destaque o jogador de badminton Kevin Cordon, atual número 58 do mundo que poderá avançar algumas rodadas. Além disso, Amado Garcia, na maratona, e Luiz Garcia, na marcha atlética 20km e 50km, podem conseguir resultados muito bons para o país. Na vela, Juan Maegli conseguiu uma vaga na laser pelo campeonato mundial. A decepção ficou por conta do tawekondo, que ficou em quinto lugar em duas categorias há quatro anos, mas não conseguiu nenhuma vaga para Pequim. rita Zanaguero e Juan Rodriguez irão representar o país no pentatlo moderno e hipismo respectivamente, em vagas conquistadas nos Jogos Pan-americanos.

Guiné Nabie Foday é o destaque dos seis atletas que irão representar o país em Pequim. Ele disputará sua segunda olimpíada nos 100m e 200m rasos e tem chances de avançar para segunda rodada, principalmente nos 100m rasos. Além de outros dois atletas do atletismo, o país conseguiu convites na natação, dois atletas, e no taewkondo. Em Atenas, foram apenas três atletas.

Guiné Bissau O pequeno país do noroeste africano, levará a Pequim três atletas. O destaque é Augusto Midrana, que conseguiu a vaga na luta livre até 74kg quando venceu o campeonato africano. No atletismo, Holder da Silva correrá os 100m sem muitas chances de ir longe enquanto Domingas Togna tentará não ser a última nos 1500m rasos.


Guiana Quatro atletas no atletismo e um na natação representarão o país em Pequim. Niall Roberts nadará os 50m e 100m livre, sem qualquer chance de um lugar entre os 16 semi finalistas. No atletismo, Cleveland Ford é o maior destaque, principalmente pelo fato de ter sido o úncio medalhista do país na última edição dos Jogos Sul-americanos. Marian Burnett, semi finalista nos últimos Jogos Olímpicos, busca uma final nos 800m, algo difícil mas não impossível.

Haiti Apenas o judô, segundo o site da revista esportiva norte americana Sport Illustred, será representado pelo país. Joel Brutos, medalhista pan-americano em 2003 irá para sua segunda olimpíada no peso pesado, enquanto Ange Jean Baptiste recebeu convite para disputa da categoria até 57kg.

Honduras O principal destaque da delegação de Honduras é o time de futebol, que se classificou depois de ir bem no torneio pré olímpico da CONCACAF. Além do time de futebol, o remador Alberto Bernardez tem uma boa chance de fazer bonito, buscando ficar entre os 15 melhores no single skiff, enquanto Miguel Ferrera disputará a categoria até 80kg no tawekondo depois de ser vice campeão da complicada seletiva das Américas. Ao todo, serão 28 atletas.

Islândia O país, dono de uma das maiores expectativas de vida do mundo, tem apenas três medalhas em sua história e chega a Pequim sem grandes possibilidades. O time de handebol masculino tenta um bom resultado, mas a medalha está bem distantes. Ao todo, 29 atletas, representando atletismo, natação, remo além do handebol.

Jordânia A Jordânia tem como principal destaque a atleta do tawekondo Noha Hafez, campeã africana da categoria mais 67kg, O esporte foi o melhor da delegação em 2004, quando trouxe um quarto lugar. Ibrahim Bishart foi o melhor da região no mundial de hipismo saltos, conseguiu a vaga e lutará por uma boa colocação em Pequim, tentando melhorar a 55ª de Atenas. Natação, atletismo e tenis de mesa ainda serão representados.

Kiribati Apenas um atleta representará a pequena ilha da Oceania. Kaitinano Mwemweata disputará os 100m rasos sem nenhuma chance, sem nunca ter baixado de 11s. Ele tenta melhorar a 85ª posição que alcançou em Atenas 2004.

Kuwait Oito atletas farão parte da delegação do Kwait, pequeno país do Oriente Médio, nos Jogos Olímpicos. Talal Alenezi recebeu um convite para disputar a categoria até 100kg do judô,o mesmo acontecendo com Mohamed Madwa na natação. No tiro, três representantes Naser Mclad, Abdullah Alrashidi e Zaid Almutairi conseguiram vagas pelas copas do mundo e tem alguma chance de bom resultado. No atletismo e tenis de mesa, tiveram atletas convidados.

Laos O pequeno país na península do Viatnã levará para Pequim quatro atletas, dois no atletismo e dois na natação. Villayphone Vongpcahchnah disputará sua segunda olimpíada nos 50m livre e tentará desta vez não ser a última enquanto Thepphithak Chindavong fará sua estréia no masculino. No atletismo, Philaylack Sackpaseuth disputará sua segunda olimpíada nos 100m rasos, prova em que tem 13s43 como melhor marca e Souksavanh Tonsacktheva, que tem 11s26 como melhor marca nos 100m e disputou sem grande sucesso o mundial do ano passado.

Líbano Com apenas seis atletas, o Líbano, que já tem quatro medalhas olímpicas em sua história, é obrigado a aparecer na página dos países que não tem chances de medalhas, para tristeza de tantos descendentes espalhados pelo Brasil, principalmente por São Paulo. Rudy Rochache foi convidado para participar da categoria mais de 100kh do judô Wael Kobrousli foi chamado pela Federação Internacional de Natação para nadar os 50m metros livre, o mesmo acontecendo com Nibal Yamout. Mohame Tramim correrá sem grandes chances os 100m rasos, enquanto Gretta Taslakian busca melhorar a 40ª posição nos 200m rasos de Atenas. O outro atleta do Líbano foi convidado no tiro.

Lesoto O pequeno país que fica literalmente dentro da África do Sul, levará para Pequim um atleta no boxe e quatro no atletismo. Mamorallo Tjoka é o destaque no atletismo, tendo quase conquistado o índice B para a maratona. Já no boxe, Emanuel Nketu herdou a vaga na categoria até 54kg, depois de ter sido terceiro em dois pré olímpicos.

Libéria A terra do ex- melhor do mundo no futebol George Weah, levará três atletas, todos no atletismo para Pequim. Kia Davis disputará os 110m com barreira com reais chances de uma semi final, já que atingiu inclusive o índice B. Nathanyel Wilhams disputará os 100m rasos, sem nunca ter baixado dos 100m livre, sem muitas chances Jangy Eddy também correrá sem grandes chances.

Líbia Sete atletas disputarão as olimpíadas em nome da Libia, dois a menos que há quatro anos, em Atenas. No tawekondo, Ezedin Tlish disputará sua segunda olimpíada, conquistando mais uma vez o pré olímpico africano. No judô, Mohamed Blensaleh foi convidado, o mesmo acontecendo com os nadadores Asmahan Farat e Sofyan El Gadi. Ahmed Benglassen foi convidado para o ciclismo estrada.

Liecteinstein O pequeno país da Europa levará dois atletas para Pequim, um no tiro e outro no atletismo. Oliver Geissmen disputará pela segunda vez seguida as provas de tiro, tentando melhorar a 22ª posição de Atenas. No atletismo, Marcel Tschopp, que ficou em 47ª no último mundial da maratona, conseguiu índice e irá participar da prova em Pequim.

Luxemburgo 14 atletas representarão Luxemburgo em Pequim. O país, que levou três medalhas na história da competição, tem como principal esperança de medalha, talvez a única, Kim Kirschen, do ciclismo, que ficou em quinto em Atenas. Ainda serão representados o atletismo, a natação, triatlo, judô, tenis de mesa, ginástica e vela.

Macedonia Dona de uma medalha na história da competição, a delegação não parece conseguir seu segundo pódio na história. Com apenas sete atletas, a delegação quase caiu pela metade em relação aos 12 representantes de Atenas. Saso Nestorov, no tiro, e Atanas Nikoviski, na canoagem, receberam convites, o mesmo acontecendo com os nadadores Elena Popvska e Mihajlo Ristovski.

Madagascar O país do simpático filme de animação que leva o nome do país, levará seis atletas, três a menos que em Pequim. O destaque deve ser Joseph Berlioz, que em Atenas, foi para as semi finais dos 110m com barreira e pode alcança-la de novo. Jean Soloniania venceu o pré olímpico de boxe africano e pode até vencer algumas lutas em Pequim.

Maláui Quatro atletas, dois na natação e dois no atletismo, participarão dos Jogos de Pequim para o país, mesma quantia que em Atenas, mas sem nenhum atleta repetido. Na natação, nadarão Zahra Pinto e Charlton Nhyrieda enquanto no atletismo competirão Chauncy Master e Lucya Chandamale. Chauncy correrá os 1500m sem muitas chances, assim como fez no últimi mundial, enquanto Lucya disputará os 5000m sem granes chances.

Maldivas As Ilhas Maldivas participarão com dois atletas na natação e dois no atletismo, totalizando quatro competidores, igual a Atenas 2004. Aishath Reesha correrá os 1500m rasos para não ser última, enquanto Ali Shaerf disputará os 100m rasos, com o melhor tempo de 11s17 e sem a mínima chance de ir para frente.

Malta Seis atletas em quatro esportes representarão o país em Pequim. No tiro, William Chetcut pode ter um resultado razoável, assim como Marcon Bezzina no judô. Na natação, serão dois representantes, enquanto no atletismo outros dois atletas: Charlene Attard disputará os 100m e os 200m rasos sem grandes chances enquanto Nikolai Porteli correrá os 400m rasos.

Ilhas Marshall Cinco atletas representarão a ilha, destaque para Anju Jason no tawekondo, que venceu o pré olímpico da Oceania na categoria até 80kg.Roman Cress já fez 10s39 nos 100m rasos e se fizer esse tempo novamente se classificará entre os 32 das quartas de finais. Haley Nemra disputará os 800m com o tempo melhor quase 30s pior que o recorde mundial.

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Entre 30º e 60º

Continuando a série de resumos das delegações olímpicas, vamos para quem ficou entre 31º e 60º no quadro de medalhas do blog. Se quiserem vizualizar o quadro completo de medalhas clique ao lado esquerdo, em Quadro de Medalhas. Para ver detalhes de cada uma das provas, procure nos esportes ao lado direito.

Azerbaijão A delegação do Azerbaijão tem tudo para fazer sua melhor campanha da história, já que em três edições de Jogos Olímpicos possui apenas cinco medalhas, uma delas de ouro. Para Pequim, o blog previu dois ouros e dois bronzes e uma honrosa trigésima primeira posição no quadro. No tiro, o país tenta a segunda medalha na história, enquanto a luta, tanto greca romana como livre e o judô são as principais esperanças de pódio do país.


Indonésia A delegação da Indonésia nos Jogos de Pequim será de apenas 22 atletas, mas as chances de medalha no badminton são tamanhas que previ dois ouros ao país no esporte. A participação em Olimpíadas foi tardia, em Helsinque-1952. Assim como a primeira medalha, em Seul-1988. Mas, desde então, a Indonésia conquista pelo menos quatro medalhas em cada edição dos Jogos Olímpicos, com destaque para o badminton que levou 15 das 20 medalhas da história do país. O levantamento de peso também pode surpreender e levar uma medalha.

Romênia Os romenos, sem um grande número de medalhas na ginástica feminina, que está cada vez mais longe de EUA e China, devem ser a nação que mais cairá no quadro de medalhas. Em Atenas, o país ficou em décimo quarto com oitos ouros e para Pequim, meu blog previu apenas um ouro, cinco pratas e dois bronzes , com destaque para o remo, que promete um ouro e uma prata, nada comparado com os três títulos de Atenas. Além disso, o atletismo tem favoritos em três provas e tenta a melhor participação do esporte na história.

Taipei A parte capitalista da China busca sua melhor participação na história olímpica.Até o momento, o país tem quinze medalhas, duas delas de ouro, e em Pequim o tenis de mesa e o tiro com arco vêm fortes para ganhar medalha ao país, que competirá ao lado de casa. No meu blog, ficaria em trigésimo quarto no quadro de medalhas com um ouro, três pratas dois bronzes.

Suécia Os suecos ficariam na trigésima quinta posição do quadro de medalhas do blog com um ouro, três pratas e um bronze, piorando bastante dos quatro ouros em Atenas, quando o país ficou em décimo nono lugar. O destaque mais uma vez deve ser o atletismo, que deve repetir os três ouros de Atenas, mesmo com a ausência do atual campeão olímpico do salto triplo Olsen.

Sérvia Pela primeira vez disputando os Jogos sozinha, Sérvia ficaria, segundo meu blog, na trigésima sexta posição no quadro de medalhas com um ouro, três pratas e quatro bronzes. O destaque com certeza é o tênis,em que o país pode levar medalhas tanto em duplas como em simples tanto no masculino como no feminino. O pólo aquático e o volei são esportes coletivos com chances de medalhas, com o país herdando os melhores jogadores da antiga Sérvia & Montenegro.


Coréia do Norte Os "comunistas" da Coréia do Norte ganharam cinco medalhas em Atenas e segundo meu blog ganharão o mesmo número em Pequim, só que desta vez levando um ouro, totalizando um ouro, duas pratas e dois bronzes e ficando em trigésimo sétimo no quadro geral. Destaques para as categorias mais leves do judô e para levantamento de peso, esportes que levaram medalhas há quatro anos atrás edeve repetí-las.

Dinamarca Um ouro, duas pratas e um bronze estão previstos para a Dinamarca no blog, o que lhe daria a trigésima oitava posição no quadro de medalhas, uma pior que em Atenas, quando levou dois ouros e seis bronzes. A vela, que brilhou em Atenas com dois bronzes, não tem nenhum pódio previsto, enquanto a seleção feminina de handebol, atual campeã olímpica, sequer se classificou para Pequim. As medalhas previstas são no ciclismo, uma prata e um bronze, no remo com um ouro e uma prata com a seleção masculina de handebol.

Eslovênia A suposta marca de um ouro, duas pratas e um bronze, indicada pelo blog traria a segunda melhor participação olímpica do país, que fecharia em trigésimo nono lugar o quadro de medalhas. O atletismo, com um bronze, a vela, com uma prata, e a ginástica artística com um ouro e uma prata seriam as medalhas do país.

Uzbequistão Mais um dos "ÃOS" da antiga União Soviética, o Uzbequistão foi um dos herdeiros dos lutadores e boxeadores da antiga potência e tem, pelo blog, um ouro, uma prata e dois bronzes, ficando na quadragésima posição, ainda pior que em Atenas, quando levou dois ouros.

Cazaquistão O Cazaquistão tem 23 medalhas na história olímpica e tem tudo para aumentar bem seu número de pódios, já que, pelo blog, terá seis pódios, apenas uma de ouro e cinco de bronze, o que o coloca em 41º lugar, a pior classificação desde sua primeira participação, em 1996. Destaque para o boxe, que tem um favorito ao ouro e três possíveis bronzes, além da luta, tanto livre quanto greco romana.


Argentina Nossos hermanos deverao levar para Pequim uma delegacao de cerca de 150 atletas, buscando elevar os dois ouros de 2004 para cima em 2008. O pais que em sua historia conta com 15 ouros, 23 pratas e 22 bronzes, busca retomar a fama olimpica, depois de 42 anos sem ouro, entre 52 e 2004. Pelo blog, o país terá um ouro e uma prata
As principais esperancas do pais sao o bi campeonato olimpico tanto no futebol como no basquete. No futebol, com Leonel Messi como estrela e no basquete com Gnobli no comando, as chances sao reais de repeticao de resultado. Porem, no esporte das cestas, tera de passar por espanhois e americanos enquanto na bola tera os paises africanos, alem dos tradicionais Brasil, Italia e Holanda para vencer.
Ainda nos coletivos, Las Leonas, do hoquei na grama, tentam melhorar a medalha de bronze alcancada em Atenas e mostraram todo seu charme para o mundo.
A vela, esporte que ja foi bem mais tradicional a nossos hermanos, brigara pelo podio Yulio Alsogaray, na laser, Santiago Lange/Carlos Espínola na tornado( atuais medalhistas de bronze olimpicos). O remo e a canoagem tambem ja nao fazem parte dos destaques argentinos, que terao no judoca peso leve Miguel Albarracín uma chance real de medalha.

Finlândia O país de pilotos talentosisímos da fórmula 1 como os campoeões mundiais Niki Lauda, Mika Hakkinem e Kimi Raikkonem não promete grandes resultados em Pequim, ficando, segundo o blog, na 42ª posição no quadro de medalhas com um ouro e um bronze, melhorando a participação de Atenas quando ficou com apenas duas pratas. A luta deve repetir o pódio de Atenas enquanto quem deve ficar com o ouro é o remo.

Zimbabue A nadadora Kirsty Coventry será a única responsável pelo sucesso do país no quadro de medalhas. A excessão da lendária seleção de hóquei medalha de ouro nos anos 1970, a nadadora é a única medalhista da história do país e busca repetir o desempenho de Atenas quando levou três medalhas. pelo blog, ela terá "apenas" um ouro e um bronze, mas o número pode aumentar em uma medalha. Uma atleta na quadragésima terceira posição do quadro.

Chipre A delegação do Chipre é uma das menores das olimpíadas, mas um atirador, George Achilleos, tem tudo para ganhar ouro no skeet, categoria do tiro olímpico, já que é o campeão mundial e da Copa do Mundo da prova. No restante, pouco destaque para o país que ficaria em segundo no ranking de habitantes por medalhas, atrás apenas da Jamaica.

Panamá Mais um país "de um atleta só", com o saltador Irving Salandino sendo o grande favorito para levar a medalha de ouro na prova, a que seria a terceira da história do país. Ele fez rescentemente a sétima melhor marca da história da prova e pode colocar o Panamá na quadragésima quinta posição do quadro.

Estonia Para um país que já tem 30 medalhas em sua história, apenas um ouro parece pouco, mas é um resultado melhor, qualitativamente, do que em Atenas quando levou uma prata e dois bronzes. O suposto herói, que colocaria o país na quadragésima sexta posição do ranking seria Gerd Kanter no arremesso de disco.


Equador Os equatorianos terão, como de costume, apenas nomes na marcha atlética com chances de medalha e Jefferson Perez, campeão olímpico de 1996 é favorito para o bi olímpico depois da quarta posição na última olimpíada. O país é um dos que mais cresce entre os sul-americanos e busca um lugar entre os top-10 dos Jogos Pan-americanos em 2011.

Marrocos Apenas um ouro é previsto para o país que já conquistou 19 medalhas em Jogos Olímpicos, 16 delas no atletismo. Em Atenas, foram dois ouros e uma prata, e agora o país tem como principal esperança de não sair zerado de Pequim é a corredora Hasna Benhassi nos 800m rasos. Além disso, os maratonistas Abdeharrime Goumri e Abdeharrime Bourandane tem boas chances de medalha além de outras possibilidades ainda no atletismo.

República Tcheca A República Tcheca ficaria, segundo o blog, na posição mais estranha do quadro de medalhas. Em termos qualitativos, seria a quadragésima nona colocada, atrás de muitos países que levaram apenas um ouro. Porém, o país levaria para casa um total de 11 medalhas, seis de prata e cinco de bronze, mais que as oito medalhas conquistadas em Atenas. Os destaques seriam a canoagem e o atletismo. Muitos atletas têm chances de sair com o ouro de Pequim, mas não previria nenhuma medalha dourada ao país.

Ucrânia Fechando o grupo dos 50 melhores do quadro, uma das maiores decepções das olimpíadas segundo meu blog. A Ucrânia, que saiu de Atenas com nove ouros e um total de 23 medalhas, levaria apenas três pratas e seis bronzes. Grande decadência na natação, com a aposentadoria cada vez mais perto de Yana Klochikova, atual bi campeã olímpica dos 200m e 400m medley, e da luta, que levou dois ouos em Atenas, o país teria como destaque o atletismo e a ginástica rítmica como destaques.

Turquia Depois de 10 medalhas em Atenas, quatro delas de ouro, o país voltaria, segundo meu blog, sem ouro para casa, na 51ª posição com três prata e um bronze. O levantamento de peso, que levou os três ouros do país em Atenas, seria a maior decepção, com apenas uma prata em Pequim. A luta, dona de 26 ouros na história do país também decepcionaria com apenas uma prata. o taewkondo seria uma das gratas surpresas.

Tailândia Mesmo com alguns dopping no boxe, a delegação tailandesa deve alcançar duas pratas e três bronzes em Pequim, piorando o resultado de Atenas, quando levou três ouros. A trigésima sexta posição no quadro de medalhas seria a segunda melhor campanha da delegação. O boxe e o levantamento de peso são os únicos esportes que já medalharam para o país e essa sina deve seguir, já que as outras modalidades não tem grandes chances de pódio.

Lituânia A Lituânia, segundo o blog, teria 2 pratas e 2 bronzes, aumentando o número de pódios em relação a Atenas, mas caindo na qualidade, já que lá teve um ouro e duas pratas. Os destaques para Pequim serão Virgilijus Alekna, que lutará por mais uma medalha no disco, o sempre forte basquete masculino e a equipe de luta livre e greco romana

Grécia Os gregos, que mesmo com a decepção do levantamento de peso em Atenas conseguiram ficar entre os 15 melhores do quadro de medalhas devem voltar a realidade em Pequim e ficar longe da ponta das medalhas. Pelo blog, tem-se previsto duas pratas e dois bronzes. O basquete masculino é uma das grandes esperanças, assim como o atletismo.


Bahamas A ilha ira com 23 atletas para Pequim em apenas quatro esportes,com destaque supremo para o atletismo, que tem tudo para manter a tradicao de medalhas do pais que tem tres ouros, duas pratas e tres bronzes na historia dos Jogos, todas conquistado no esporte que destribui mais medalhas em Olimpiadas.
As provas de velocidade sao as armas de Bahamas, que tem em Chris Brown, lider da equipe fortissima do revezamento 4x400m e principal esperanca de medalha na prova individual, o destaque. Donald Thomas no salto em altura tambem brigara pelo podio.
As mulheres, entretanto, decepcionaram nos ultimos anos e nao sao mais candidatas a medalha como eram, e conseguiram, em 2000.
O boxe, com Taureano Johnson, pode surpreender, coisa que a natacao e o tenis nao deverao fazer.

Letônia A Letônia teria, segundo o blog, uma prata e um bronze e fecharia os Jogos Olímpicos na 57ª posição, pior que as quatro pratas ganhas há quatro anos. As principais esperanças estão no atletismo e no levantamento de peso, esporte em que Viktors Ščerbatihs tentará desbancar o iraniano supercampeão Hossein Rezazadeh na categoria superpesado.

Israel A delegação de Israel traria, segundo o blog, uma prata e um bronze, ganhando duas medalhas pela primeira vez em mais de 40 anos. A dupla do tênis Jonathan Erlich e Andy Ram, terceiro colocado no ranking mundial é o grande destaque da delegação. O atual campeão olímpico da classe RS:x não defenderá seu título, mas a vela tem chances reais de pódio com Gideon Gliger e Udi Gal na classe 470.

Argélia A argelia levara a Pequim uma delegacao de 64 atletas, com destaque para a selecao de volei feminino, que venceu o classificatorio africano e busca vencer alguns sets nos Jogos Olimpicos e os corredores do atletismo. Tarek Boukensa e um dos candidatos para medalha nos 1500m, para maiores detalhes veja na analise da prova. O judo tambem tem chances de medalha, com Soraya Haddad na categoria ate 52kg. Na verdade, a coloquei como favorita ao bronze, para maiores detalhes veja a analise da prova. No boxe, o pais vai com tres atletas com chances de algumas vitorias e com a medalha um pouco distante.
O pais tem ao todo um ouro, sete pratas e quatro bronzes, somando 12 no total. Porem, em Atenas nao veio nenhum podio.

Egito Para fechar o grupo dos supostos 60 primeiros no quadro de medalhas, o Egito, que tem chances reais de medalha no judô e no pentatlo moderno e tem como destaque também a seleção de volei masculino, que mesmo sem chances de medalhas, representa o país num esporte coletivo. Em Atenas, foram cinco medalhas, número que caíria para uma prata e um bronze segundo o blog.

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Lá Atrás

Depois de fazer as 30 prováveis primeiras colocadas no quadro de medalhas, o blog trás um pequeno resumo das prováveis 30 últimas colocadas no quadro de medalhas. São ao todo 202 delegações em Pequim e mais de 100 delas não trarão ou não tem chance alguma de pódio. A partir de hoje, até quinta, um resumo de cada uma destas delegações, começando com 30, até chegar mais ou menos em 120 na quinta feira.


Afeganistao: O pais devastado pelas guerras, ira para Pequim com apenas quatro atletas, dois deles no atletismo e um no tawekondo. No atletismo, Massoud Azizi, ira disputar sua segunda olimpiada, novamente como convidado para ter todos os paises presentes do atletismo. Em Atenas, ficou em 79 nos 100m rasos com 11s66. Agora, busca melhorar o tempo chegando perto do 11s11 que e seu recorde. Robina Munqyar, que tambem disputou Atenas, fazendo 14s14 nos 100m rasos, nao disputou uma competicao oficial desde la e tenta melhorar seu tempo. Ao menos a barreira da mulher afega foi quebrada e ela ira para sua segunda olimpiada. No tawkondo, Nesar Behave conseguiu convite. Segundo o site da Sport Illustres, Rohullah Nikpai tem uma vaga tambem, mas nao confirmada pela Federacao Internacional de Tawkondo.
Em Atenas, o pais levou atletas no boxe, luta e no judo, coisa que nao foi convidada para Pequim, mas tambem nao havia vencido nenhuma luta. O mais estranho da historia olimpica do pais e que o boicote de 1980 feito pelos norte-americanos e seus aliados foram justificados pela invasao sovietica ao Afeganistao. E o pais participou dos Jogos, no boxe com tres lutadores, todos eliminados na primeira luta.

Albania Serao 11 atletas da Albania nos Jogos Olimpicos de Pequim. Dois na natacao, tres no levantamento de peso, dois no atletismo, dois na luta, um no tiro e um no judo. Em 2004, foram oito atletas, nenhum com muito destaque. Dorian Kolaku e Klodiana Shala disputarao sua segunda olimpiada, tambem convidados para o atletismo em 2004. Collaku esta com 76m no arremesso de martelo, e conseguiu o indice B para competicao desta vez. Feito heroico para o pais. Shala fez 1min00s nos 400m com barreira em Atenas mas ja fez 56s48, ano passado, o que a coloca bem para ate sonhar com uma vaga na segunda fase. Tem tambem 52s86 nos 400m rasos, tempo que lhe rendeu indoce B para a prova. Romena Marku, nas piscinas, tambem ira para segunda olimpiada tentanto melhorar os 31s que fez nos 50m livre em Atenas.
Na luta, Sahrit Prizani ira para sua segunda olimpiada, depois de perder seus dois combates em Atenas. No levantamento de peso, Gert Tahasha busca melhorar a decima quarta posicao obtida na categoria ate 62kg.

Samoa Americana A pequena Ilha da Oceania, que tem a dependencia do governo norte americano vai para Pequim com quatro atletas. Sao dois na natacao, um homem e uma mulher, um no atletismo e outro no judo.
No atletismo, a familia Sanitoa tem tres representantes cadastradas na IAAF e quem vai e Shanaham, nos 100m rasos. Stewart Gleniser vai nadar os 50m da natacao e Virgina Farmer os 50m feminino enquanto Silulu Aetoinu disputara a categoria ate 57kg do judo.

Andorra O pequeno paraiso fiscal localizado na Europa levara a Pequim cinco atletas em quatro esportes diferentes. Apenas o atletismo tera dois atletas. Antoni Planas disputou a maratona em Atenas e ficou em 57. Agora em Pequim, tem grandes chances de melhorar o resultado principalmente pelo tempo feito esse ano de 2h14min que e indice olimpico B.
Hocine Naciane vai nadar pela segudna vez os 200m medley em olimpiadas, tentanto melhorar os 2min06s de Atenas e a trigesima sexta posicao de 2004. Na canoagem, Garcia Monstserra conseguiu a vaga no k-1 feminino pelo mundial e a principal esperanca de bom resultado do pais.


Angola O pais que nunca conquistou medalhas dificilmente quebrara esse tabu em Pequim. Porem, o pais de mostra diferente dos outros africanos, conseguindo vagas em esportes coletivos, como o handebol feminino, basquete masculino, alem do volei de praia e atletismo.
O destaque da delegacao e o time de handebol feminino, setimo colocado no ultimo mundial, e que pode sim surpreender. O time de basquete masculino ja tem situacao bem mais complicada, nao conseguindo jogar de igual para igual com os rivais.
No volei de praia, Fernandez e Moreais se classificaram por ser a melhor dupla africana no ranking.

Antigua e Barbuda As duas ilhas localizadas proximo a Porto Rico e que fazem parte da Comunidade Britanica, levarao quatro atletas para Pequim, tres no atletismo e um na natacao.
Brendan Christian, medalhista no Pan do ano passado, ira disputar os 100m rasos e foi semi finalista do ano passado. Com 10s11 como seu melhor tempo luta por uma final. Nos 200m, tambem pode ser finalista.
Daniel Bayley e outro grande destaque, tendo 10s12 como melhor tempo nos 100m do atletismo e podendo ate lutar por uma vaga na final. Sera sua segunda olimpiada e em Atenas nao passou da primeira fase. James Grayman ja saltou 2m27 em 2007 ,marca que lhe dara provavelmente uma final olimpica em 2008, se repetida e pode ser um dos 12 melhores. O pais tera apenas quatro atletas mas dara um trabalho danado nas provas de atletismo. A primeira medalha olimpica da historia nao deve vir, mas a primeira final e bem possivel.

Aruba A ilha da America Central, nao muito ligada ao esporte como mostrou o Jornal Estado de Sao Paulo durante o Pan do Ano passado, ira levar apenas dois atletas para Pequim. Fidert Vis na categoria ate 81kg do judo, gracas a um dos quatro convites que a Federacao de Judo fez nesta categoria.
Jan Roodzant ira disputar, assim como fez no Pan chegando ate as semi finais, as provas de natacao e tentara melhorar seus tempos.
Austria A principal forca austriaca esta no judo, que segundo minhas apostas trara tres medalhas de bronze. Serao 73 atletas em busca de melhorar o desempenho austriaco em Atenas, quando fez seu melhor desempenho pos guerra, e aumentar o numero de medalhas do pais na historia, que no momento esta em 18 ouros, 32 pratas e 33 bronzes.
No ciclismo, Christiane Soeder tem alguma chance na prova contra relogio, em que foi bronze no ultimo mundial. Na vela, Nico Delle e Nikolaus Resch , na 49er, e principalmente Roman Hagara e Hans Peter Steinacher na tornado sao candidatos ao podio. No judo, Ludwig Paischer, Claudia Heill e Sabrina Filzmoser foram apostas do meu blog para o bronze.

Bangladesh Seis atletas representarao o pais em Pequim, mas sem grandes chances de medalhas. Os mesmos tres esportes que o pais participou em Atenas receberam convites para participar em Pequim: Natacao, atletismo e tiro.
No atletismo, o principal nome e Mohamed Abdull, que tem 23s44 como seu melhor tempo nos 200m rasos e deve ficar na ultima posicao ou perto dela, como fizeram todos os atletas do pais em Atenas. Beaty Nazmunnah correra os 400m tentando baixar dos 55s pela primeira vez. Doli Akhatar disputara sua segunda olimpiada no nado peito, tentanto melhorar a posicao de 64 obtida em Sydney e 61 em Atenas. Os dois atletas do tiro sao estreantes em olimpiadas e nao deverao ficar longe dos ultimos cinco colocados.


Barbados Os atletas de Barbados, que ate ganharam torcedores especiais como o LANCE! mostrou nos Jogos Pan-americanos do ano passado, ira para Pequim com uma delegacao de oito atletas, divididos entre Atletismo, natacao e vela.
O pais de terceiro melhor IDH das Americas, nao tem chances de medalha mas tem a honra de classificar Wilham Douglas para as competicoes da classe laser da vela, sem precisar de convite, gracas a posicao obtida no mundial de 2008 da categoria.
Jade Baylei correra os 100m e 200m e sera o destaque da delegacao, com chances reais de final na prova dos 200m e podendo passar algumas rodadas nos 100m, Seu melhor tempo e de 22s91 e pode lhe render uma vaga entre as oito melhores. Ryan Brathwaite, semi finalista do mundial nos 110m com barreiras e outro que pode ficar entre os oito melhores.
O astro Obdele Thompson, finalista dos 100m rasos em Atenas e dono da unica medalha da historia do pais em olimpiadas, bronze em 2000, parece ter um sucessor, Andrew Hinds, que ja correu os 100m em 10s16 e pode ser finalista da prova.

Belize O pequeno pais localizado na America Central nunca conquistou medalhas e nao sera desta vez que conseguira. Sao ao todo quatro atletas, tres deles no atletismo e um no tawkondo. Afonso Martinez ganhou da Confederacao Internacional de Tawkondo um convite para disputar a categoria ate 58kg.
No atletismo, Tricia Flores correra os 100m, Jayson Jones os 100m e 200m e Jonathan Wilhamns os 400m com barreiras. Todos eles estiveram aqui nos Jogos Pan-americanos e podem ate surpreender. Jones deve passar das eliminatorias dos 100m e 200m e uma semi final seria ate um sonho. Wilhams tem chances reais ate mesmo de uma final nos 400m com barreira, visto seu melhor tempo que e de 48s88.

Benin Cinco atletas representarao o pequeno pais africano localizado entre Nigeria e Gana no noroeste do continente. Dois na natacao, dois no atletismo e outro no tawkondo farao parte da delegacao do pais. Nissar Ahmad ganhou convite da Federacao Internacional de Tawkondo enquanto Alois Dansou e Gloria Koussihoudeed receberam convites da FINA, Federacao Internacional de Natacao. Dansou disputara sua segunda olimpiada, depois de fazer 24s86 em Atenas nos 50m livre
Fabienne Feraez ira para a segunda olimpiada e desta vez tem chances de passar para a semi final, ja que em 2004 passou uma rodada e foi as quartas de finais. O tempo de 22s81, feito em 2005, e o melhor da carreira e se repetido lhe dara ate uma final.
Mathieu Gnanligo fez indice olimpico para a prova dos 400m, com o tempo de 45s88 e pode passar das quartas de finais na prova.

Bermudas Sete atletas representarao o pais que inventou uma nova moda no jeito de usar suas calcas, colocando assim o nome de Bermudas nos trajes que nao vao ate o tornozelo. Serao dois no atletismo, dois na natacao, dois no hipismo e um no triatlo, delegacao menor que em 2004 quando a vela e os saltos ornamentais foram representados.
Kiera Aikiten nadara pela segunda vez seguida os 100m costas e obviamente nao devera ficar entre as 16 primeiras colocadas. Porem, se melhorar o tempo de 1min04s que fez em Atenas pode nao ficar nas ultimas posicoes.
No atletismo Tyrone Smith fez indice B olimpico com 8m03 esse ano e pode ate passar a f inal, que devera rondar na casa dos 8m.
No hipismo, o pais conseguiu a classificacao de Jillian Tercera e Patrick Nisbett para a prova de saltos, gracas aos resultados obtidos no Pan do Rio. Deverao fazer um bom papel, entre os 50 primeiros dos 75 que disputarao o hipismo saltos.

Butao Segundo a revista americana Sports Illustred, somente dois atletas no tiro com arco serao representados pelo pais em Pequim. Porem, acredito que alguma vaga no atletismo o pais deve ganhar, ja que a federacao internacional busca que todos os paises disputem o esporte que mais da medalhas em olimpiadas.
Quanto ao tiro com arco, a vaga foi obtida por Dorji Dema e Tashi Peljor, que conseguiram convites da federacao. Os atletas deverao lutar para nao fazer feio nas preeliminares em que os 64 arqueiros serao ranqueados.


Bolivia O pais de Evo Morales devera ir para Pequim com uma delegacao de seis atletas, fivididos em atletismo, natacao, levantamento de peso e tiro.
As vagas no atletismo sao de Sonia Calyzais, que fez 2h45min na maratona e pode brigar para nao chegar nas ultimas posicoes e Frederique Iglezas que com 1min48s16 nos 800m rasos tem boas chances de passar para segunda rodada, melhorando o resultado de Atenas. A decepcao ficou por conta da marcha atletica, em que Geovana Irusta ficou perto do indice olimpico mas acabou fora da delegacao. Ela disputou Atenas, ficou em 41, a frente inclusive da brasileira Alessandra que foi a 48.
No levantamento de peso, Maria Teresa Monasterio foi convidada pela federacao para fazer parte da categoria ate 63kg. Katarine Moreno ira para sua segunda olimpiada na natacao, desta vez para melhorar o 1min18s feitos no 100m peito de Atenas.

Bosnia- Hervegovina Localizada no coracao dos Balcas, o pais nao tem muita tradicao no esporte e tenta sua primeira medalha olimpica. Sera a quarta aparicao no evento e agora com nove representantes em sete esportes.
No atletismo, Hamza Alic disputara o arremesso de peso, prova em que chega a 20m e tem chances reais de uma final olimpica. Ja Lucia Kimani, disputara a maratona com o tempo de 2h37min como seu melhor, podendo ficar no grupo intermediario.
No levantamento de peso, judo e tiro a vaga veio por convites das federacoes internacionais, o mesmo acontecendo na natacao.

Botsuana 12 atletas representarao o pequeno pais africano em Pequim, com grande destaque para o atletismo que assegurou sete dessas vagas.
Onalenna Baloyi vai disputar os 800m, prova que correu esse ano em 1min46s, tempo que podera lhe dar uma vaga na final. Gable Garenatse disputara sua segunda olimpiada no salto em distancia, prova em que foi quarto colocado no mundial indoor desse ano. As chances de medalhas nao sao grandes, mas a de final existe.
Fanuel Kenozi ja correu os 100m em 10s58 e os 200m em 20s72 podendo em ambasas provas chegar na segunda rodada. Avancar mais seria mais dificil.
A natacao, que nao foi representada em 2004, tera dois atletas convidados enquanto o boxe tera Khumiso Ikgopoleng pela segunda vez em Jogos Olimpicos e Thato Batsegui fazendo sua estreia. O primeiro conseguiu a vaga pelo pre olimpico africano enquanto osegundo foi convidado pela Associacao de Boxe.

Brunei Dois atletas representarao Brunei, um micro pais ao norte da Malasia, nas olimpiadas de Pequim. Mohd Yusof sera o representante no atletismo, na prova de arremesso de peso e disco. E um atleta muito fraco que sequer passou de 15m no peso e 40m no disco. Marie Grace Koeh nadara os 50m livre nas olimpiadas apenas para tentar nao ser a ultima. E realmente um dos paises com pior representatividade no esporte.

Burkina Fasso O pequeno pais africano localizado a noroeste da Africa levara seis atletas para Pequim. Idrissa Sanou que tem 10s14 como melhor tempo nos 100m rasos podera brigar por uma semi final depois de ser eliminado nas quartas de finais de 2004, em Atenas e cair na primeira fase em Sydney. A outra atleta no atletismo sera Aissata Soulama, que correra os 400m com barreiras, prova que tem a marca de 55s89 como melhor e que ficou em quinto lugar no mundial do ano passado, sendo uma chance real de medalha. No judo, Oulego Honatu disputara a categoria mais leve das mulheres, ate 48kg, gracas a um convite da federacao, o mesmo acontecendo com uma atleta na esgrima e duas na natacao.

Burundi O pais que tem uma medalha de ouro em sua historia, ira para Pequim com tres atletas sem grandes pretencoes de podio. Francini Niyonizigiye correra pela segunda olimpiada seguida os 5000m buscando melhorar a decima nona colocacao obtida em Atenas. Ja Joachim Nshimirimana correra a maratona gracas ao indice B que fez na prova em Praga, com 2h17min32. Em Atenas, ficou numa posicao muito boa, 32, entre os mais de 100 atletas participantes. Em Pequim busca melhorar.
Na natacao, Elsie Uwamahoro nadara as provas de livre sem grandes pretencoes.

Camboja Um pais devastado pelas guerras, proximo ao Vietna, disputara as olimpiadas com tres atletas, dois deles no atletismo. Bunting Hen correra os 1500m, sem grandes chances de passar para segunda rodada enquanto Tit Linda Sou correra o 100m pela segunda vez em Jogos Olimpicos, buscando melhorar os 13s07 que e sua melhor marca. Vitiny Helthom nadara as provas de livre da natacao. Em Atenas, foram quatro atletas, em Pequim tres.

Cabo Verde As pequenas ilhas que tiveram papel importancia historico ao serem referencia no Tratado de Tordesilhas do fim do seculo XIV irao a Pequim com apenas tres atletas, dois no atletismo e um na ginastica.
A vaga na ginastica foi obtida por Wania Monteiro que recebeu convite para participar do individual da ginastica ritmica.
No atletismo, Nelson Cruz e Lenira Santos. Nomes faceis para nos, que falamos a lingua portuguesa. Nelson correra a maratona com chances razoaveis, ja que participou do mundial de 2005 e terminou em 41. Lenira disputara os 100m rasos com um tempo mais de 2s pior que o recorde da temporada.

Ilhas Cayman O pais que conseguiu sua primeira medalha pan-americana durante os Jogos do Rio de Janeiro, ano passado, levara a Pequim tres atletas, dois deles no esporte que foi premiado na Cidade Maravilhosa.
Shaune Fraser foi vice campeao dos Jogos Pan-americanos nos 200m livre e chega a Pequim com um tempo de 1min48s35 que dificilmente lhe dara a vaga nas semi finais, mas o fara brigar para uma posicao entre os 30 melhores. Bett Frauser sera a outra nadadora.
No atletismo, Ronald Forbes ira disputar os 110 com barreiras, prova que seu melhor tempo e 13s63, altamente competitivo e com possibilidades de ir para segunda rodada.

Republica Centro Africana Serao tres atletas em dois esportes que representarao o pais nos Jogos Olimpicos de Pequim. No atletismo, Aymar Bosser correra os 100m, com o melhor tempo de 10s38, podendo se repeti-lo se classificar para a segunda rodada. Mireille Derebona correra os 800m e brigara para nao ser a ultima, com o melhor tempo de 2min22s, contra 1min53s do recorde mundial. No boxe, Bruno Bengogo conseguiu vaga devido a terceira posicao num dos torneios pre olimpicos, levando a vaga sem precisar de convite.

Chade Dono de um dos piores IDHs do mundo, Chade ira a Pequim com apenas dois atletas, ambos no atletismo. Maoumi Sebergue e Hinikissa Nhidikert, que sequer tem tempos no site oficial da Federacao Internacional de Atletismo. Um pais que tem um dos piores indices esportivos do mundo.


Chile Os chilenos, que no tenis em Atenas levaram ouro tanto nas duplas como em simples em batalhas antologicas, irao a Pequim com 26 atletas, incluindo os herois de 2004 Fernando Gonzalez e Nicolas Massu, que nao devem brigar por medalhas, principalmente o campeao olimpico Massu que precisou de um convite para participar dos Jogos. O pais ainda disputara o ciclismo, o remo, tiro, pentatlo, vela, esgrima, hipismo, judo, canoagem e triatlo, todos sem grandes chances de medalha. O esporte, entretanto, esta crescendo no pais, que pelo Pan que fez ano passado vai se firmando como quinto potencia sul-americana, atrás apenas de Brasil, Venezuela, Argentina e Colombia.

Ilhas Comores Apenas três atletas irão representar as pequenas ilhas a leste da África. Ahamada Feta e Mhadejou Yossouf no atletismo. Feta disputará os 100m rasos, prova que tem como melhor tempo 11s64 e dificilmente passará da primeira fase. Já Youssouf, também nos 100m rasos, tem 10s68 como melhor marca e também não deve passar da primeira rodada. Na natação, Mohamed Attoumane nadará os 50m livre sem grandes possibilidades.

Ilhas Cook Quatro atletas representarão as pequenas ilhas da Oceania, dois no atletismo, um na natação e outro no levantamento de peso. Sam Pera foi convidado para a competição acima de 105kgdo levantamento de peso enquanto Gordon Heather e Tereapii Tapoki serão os representantes no atletismo. Tapoki disputará o lançamento de disco, prova em que quase conseguiu índice B para as disputas, tendo melho marca de 57m14, 1m86 a menos que a marca. Entre os homens, Gordon disputará os 100m rasos sem grandes chances, assim como Petero Okotai na natação.

Costa do Marfím O país tem uma pequena chance de medalha no futebol, mas vou colocar aqui como provável não medalhista. O esporte mais popular do mundo é o mais famoso do país, tanto que disputou a última Copa do Mundo e muitos dizem que só não foi longe por ter caído no grupo da morte. Agora, nos Jogos Olímpicos pode surpreender e brigar pelo pódio. Além dos 18 futebolistas, o país tem um atleta na canoagem, um no atletismo, um na natação e dois no tawkondo. No tawkondo, N'guessan Sebastien e Mariam Ba conseguiram classificação pelos torneios africanos.

República Democrática do Congo- O ex-Zaire, irá para Pequim com quatro atletas em quatro esportes diferentes. No judô, Eic Kibanza, ficou em terceiro no ranking africano e levou a última das vagas do continenta. Na natação, Stany Ngangola nadará os 50m livre enquanto no boxe Herry Marko levou uma das sete vagas do continente para categoria até 75kg. No atletismo, o único competidor será Franka Magali, que correrá os 100m tentando baixar de 12s pela primeira vez.

Djubuti Apenas dois atletas representarão o pequeno país do nordeste africano, próximo ao Oriente Médio. Mahamoud Farah correrá os 800m rasos com reais chances de passar para a segunda rodada, já que seu melhor tempo é na casa de 1min47s. Já Ali Fathia, que disputou o mundial do ano passado, tem o melhor tempo nos 100m rasos de 12s83 e deve brigar para baixar o tempo e não para passar as próximas rodadas.

Todas as delegações


Para iniciar a sessão de cinco especiais sobre cada uma das 202 delegações que participarão dos Jogos Olímpicos, as principais brigas no quadro de medalhas que estão previstas. A principal delas, claro, entre chineses e americanos, e até russos, pela primeira posição tanto por medalhas quanto por quantidade de ouros.
Além disso, a briga pela quarta posição deve se resumir a Austrália e Alemanha e a briga pela sexta posição poderá envolver Grã Bretanha, Coréia do Sul, França e Itália. A briga para entrar no top-10 entre Japão, Cuba, Bielorrussa, Brasil e Hungria. A briga para entrar nos top-15 entre países especialistas no atletismo, como Quenia, Etiópia e Jamaica, além da Espanha que tem enormes chances de medalhas em muitas modalidades.
Claro que essas brigas podem ser outras, até porque não existem previsões certas sobre cada uma das medalhas e cada uma das posições, podendo assim a Espanha brigar pelas primeiras oito posições ou um dos países citados não conseguir ouros, como aconteceu com o Brasil em 2000. A baixo, a relação dos 30 primeiros colocados pelo quadro de medalhas do meu blog. Para visualizar somente o quadro de medalhas, vá ao lado esquerdo da tela, em Quadro de medalhas.


EUA Os norte americanos, como de costume, deverão ter suas medalhas concentradas em mais de 50% na natação e no atletismo, conseguindo poucas vitórias, para um líder do quadro de medalhas, em outros esportes. Serão cerca de 596 atletas na equipe yankee, que em Atenas ganhou 35 ouros, 39 pratas, 29 bronzes. Segundo minhas apostas, o time americano fechará Pequim com 46 ouros, 48 pratas e 27 bronzes, 14 dos ouros na natação e 12 no atletismo. A disputa com a China pela liderança do quadro de medalhas será eletrizante e coloco a ginástica artística feminina como o esporte chave para a definição, já que cada medalha valerá "dois", pois provavelmente quando perdida, o país rival ganhará.
Os norte americanos estão classificados em todas as modalidades, excessão feita ao handebol, que ficou longe da vaga tanto para homens como para mulheres. O resto das medalhas de ouro estão espalhadas pelo restante dos esportes, sem nenhum destaque específico.


China Os chineses investiram milhões nos Jogos Olímpicos e não querem sair perdedor na luta pela primeira posição diante dos rivais americanos, atuais tri campeões do quadro de medalhas. O principal destaque da delegação será os saltos ornamentais, que em Atenas levou seis dos oito ouros, e que agora busca o 100% de aproveitamento. Segundo minhas apostas, o esporte levará sete ouros, perdendo apenas a plataforma masculina. Pelo meu quadro de medalhas, serão 41 ouros, 25 pratas e 29 bronzes, melhorando em nove o número de triunfos em relação a 2004, mas ainda perdendo para os americanos. O tenis de mesa, com prováveis quatro ouros em quatro categorias, e o tiro com possíveis quatro primeiros lugares, ajudarão o país a brigar com os americanos pela liderança, atenuando um pouco a distância que a Terra do Tio Sam abrirá no atletismo e na natação. Vale lembrar que o levantamento de peso irá muito forte e tem, pelo meu blog, nove dos 15 ouros em disputa.
A China melhorou em diversos esportes e hoje em dia tem times competitivos na maioria deles. A natação tem tudo para ganhar uma medalha em um revezamento medley feminino,o que prova o quanto eclético está o time que pulará no cubo dágua, apesar de bem inferior a outras tantas equipes. A China está investindo muito e se a primeira posição não vier agora, brevemente virá.

Rússia O maior país em extensão do globo terrestre também tem a maior variedade de possíveis pódio, estando presente entre os favoritos tanto em esportes coletivos, como individuais em duplas e por equipes. O time tem previsto pelo meu blog 36 ouros, 17 pratas e 41 bronzes, se consolidando como a terceira força disparada do mundo. As chances de ficar á frente de China e EUA são pequenas, mas existes, basta conseguir alguns ouros inesperados e torcer contra os dois adversários. É difícil, mas não impossível. Os russos dificilmente perderão a terceira posição. O atletismo e o boxe com seis ouros cada, o tiro com quatro, além dos plásticos GRD e Nado sincronizado que devem dar dois ouros cada são os destaques. O país pode chegar a contagem centenária de 100 medalhas e se bobear ficará em primeiro em número de pódios.


Austrália Os australianos evoluíram muito na natação, esporte já dos mais tradicionais da grande Ilha da Oceania, e devem brigar de igual para igual com os americanos, principalmente no feminino quando tem previstas nove medalhas douradas. O blog preve ao todo 20 ouros, 17 pratas e oito bronzes, colocando em risco a quarta posição no quadro e sem grandes chances de sonhar com algo a mais que isso, principalmente com a decadência do ciclismo que, em 2004, trouxe seis ouros e para esse ano tem apenas um previsto. A briga com a Grã Bretanha poderá ser muito boa pela quarta posição no geral.

Alemanha Os alemães terão sua quarta olimpíada seguida com equipe unificada e ainda não conseguiram mostrar a força que tinha quando o país era dois. Naquela época, independente do suposto dopping dos atletas, a Alemanha Oriental tinha a terceira força do mundo, atrás apenas dos gigantes EUA e URSS, enquanto a Alemanha Ocidental também conseguia boas campanhas. Esperava-se então uma super equipe alemã, o que não aconteceu ainda. Sexto colocados em Atenas, os alemães agora sonham com a quarta posição, a frente da Austrália. Pelos cálculos do blog, o país levará 19 ouros 17 pratas e 26 bronzes, seis ouros a mais que em Atenas 2004. Os destaques dos germânicos são o hipismo, em que cravei quatro ouros para o país, e a canoagem em que aposta seis ouros. Torcendo por alguns tropeços australianos na natação pode pintar uma quarta posição.

Grã Bretanha Os britânicos vêm conseguindo olimpíada pós olimpíada, apagar o fracasso de 1996 quando levou apenas um ouro. Depois da sétima posição em Atenas, atrás do Japão inclusive, o time busca a sexta posição em Pequim para poder brigar pelo quarto posto daqui a quatro anos, quando competirá em casa. O único país a ganhar medalha em todas as edições olímpicas já disputadas, tem previstas pelo blog 15 ouros, 11 pratas e 12 bronzes , seis ouros a mais que o obtido há quatro anos. Brigar com a Alemanha para ser o melhor time europeu depois da Rússia nos Jogos Olímpicos é algo que não está distante. Porém, mais perto estão os países abaixo, como França e Itália, que farão com que os britânicos tomem cuidado para não perderem a sexta posição do ranking geral de medalhas.


Coréia do Sul Os sul-coreanos tem tudo para melhorar a nona posição de Atenas mas dificilmente ficarão em quarto lugar, posição alcançada quando foram sede em 1988. Nos Jogos passados foram 9 ouros 12 pratas e 9 bronzes e esse ano eu previ 10 ouros, 6 pratas quatro bronzes, com um total menor, mas com mais ouros e a frente de Itália e França. O tiro com arco e o tawkondo continuam sendo as forças do país.

França Os franceses, sem ouros previstos na canoagem, esporte que há quatro anos subiu três vezes no lugar mais alto do pódio apareceu na oitava posição do quadro de medalhas do blog, com 8 ouros, 9 pratas e 15 bronzes, três ouros a menos que em Atenas. O país está atrás da Coréia, país em que sempre esteve na frente. O destaque vai para esgrima, com três ouros previstos. A natação, evoluindo, e o ciclismo sempre forte vem como alicerses para a campanha francesa, que não promete muito mais que lutar para não sair dos 10 primeiros.

Itália Os italianos têm previstos pelo blog os mesmos oito ouros da França, mas com menos prata, nove, e mais bronzes, 17. Um total de 34 pódios estaria na média dos últimos anos, mas mantém a decadência de ter sido sexto em Atlanta, sétimo em Sydney, oitavo em Atenas e agora a nona posição, passando o Japão mas perdendo para Coréia. A Itália já não é mais tão hegemônica na esgrima, e tem previstos apenas dois ouros. O atletismo tem previstos os mesmos dois ouros de Atenas e os esportes coletivos vem com mais força, como o futebol masculino e o volei feminino, este último favorito ao ouro pelo meu blog.

Japão Depois de incríveis oito ouros no judô nos Jogos de Atenas, desempenho que levou os japoneses para a quinta posição no quadro de medalhas, o país deve cair alguns postos, já que o esporte não está tão bem das pernas, visto que no último mundial não ficou com medalha de ouro em categorias olímpicas masculina. Os oito ouros caíram para três, segundo minhas apostas, e seguindo a da revista americana Sports Illustred apenas uma. A luta livre feminina, com três ouros previstos, pode salvar um pouco o desempenho e deixar os japoneses entre os 10 melhores, com oito ouros, cinco pratas e 14 bronzes.


Brasil O Brasil poderá ser a maior surpresa do quadro e tem previstos pelo blog oito ouros, três pratas e oito bronzes. Os destaques continuam os mesmos de sempre: Futebol, volei, volei de praia, judo, mas esse ano promete a volta da natação e um desempenho melhor do atletismo, além da possível entrada de novos esportes no quadro de medalhas, como ginástica artística e tawekondo. Em Atenas, o país conseguiu o melhor desempenho com cinco ouros, e agora pode chegar até a oito segundo meu blog. Poderá brigar para entrar no TOP-10.

Cuba Impressionante como o país do Caribe pode estar na maior crise, mas o esporte vai sempre se destacar, trazendo sempre medalhas. Porém, segundo meu blog, o país terá apenas sete ouros, oito pratas e 13 bronzes, pior participação desde Moscou em 1980 e ficará em décimo segundo, caindo uma posição em relação Atenas 2004. O boxe, vivendo uma crise com deserções, está perdendo o domínio mais ainda segue como maior medalhista da delegação, enquanto o atletismo dá mostar que está cada vez melhor, com cinco pódios previstos.

Holanda Os holandeses tiveram uma olimpíada de 2000 inesquecível, quando ficou na oitava posição com 12 ouros. Quatro anos depois, o país caiu na real e deixou Atenas na décima sétima posição do quadro de medalhas com quatro ouros. Para Pequim, segundo meu blog, os holandeses terão 6 ouros, 6 pratas e 9 bronzes, ficando na décima terceira posição. O ciclismo, com dois ouros e um total de cinco pódios, segue como principal esporte do país enquanto a natação promete um ouro, nada comparado com o desempenho de 2000 quando trouxe 6 medalhas douradas.

Bielorussia Talvez a maior surpresa do quadro de medalhas. Pelo meu blog, promete seis ouros, três pratas e três bronzes, ficando na décima quarta posição, melhorando 12 postos dos últimos Jogos, quando ficaram em 26º com dois ouros e um total de 15 medalhas. O atletismo com três pódios e o levantamento de peso que promete duas medalhas de ouro. Em três Jogos Olímpicos desde sua independência, o país já soma 56 medalhas, mostrando que em pouco tempo pode virar uma potência esportiva.


Jamaica Os jamaicanos manterão a tradição nas provas de velocidade do atletismo e, segundo meu blog, ficará com um total de 5 ouros, cinco pratas e um bronze, todos conquistados nas provas de 100m, 200m,400m e revezamentos do atletismo. A vaga no top-15 poderá ser conquistada pela primeira vez desde Helsinque, 1952, quando o país ficou em 13º. Em termos quantitativos, tem tudo para melhorar o recorde de seis medalhas em Atlanta 1996 e de dois ouros em Atenas e Helsinque. Falta aparecer em algum outro esporte a não ser o atletismo, mas o país promete.

Hungria Os húngaros foram uma das principais potências esportivas até metade do século passado, quando passou a ser coadjuvante nas olimpíadas. Nos dois últimos Jogos, ficou na décima terceira posição e agora, segundo meu blog, caiu três posições, ficando com quatro ouros, seis pratas e oito bronzes.. Os destaques são pólo aquático, esporte que os homens podem conquistar medalha pela oitava vez seguida, e a canoagem, que levou três ouros há quatro anos e agora promete quatro. O país busca se manter no top 15, mas pelos cálculos do blog ficará de fora.

Quênia A delegação do Quenia, com destaque apenas no atletismo, quer ser a primeira do quadro de medalhas do continente, posto que perdeu para Etiópia em Atenas. A delegação, como de costume, aposta nas provas de meio fundo e fundo do atletismo e teve previsto pelo meu blog quatro ouros, cinco pratas e três bronzes, com destaque para a prova dos 3000m com obstáculos, em que muito provavelmente farão os três primeiros colocados. Assim como a Jamaica, precisa de um outro esporte ou se destacar em mais provas do atletismo se quiser subir mais. Porém, pode bater seu recorde de cinco ouros, conquistados em Seul, 1988.

Etiópia Principal rival do Quenia, busca também a liderança no quadro de medalhas africano se empenhando nas provas de meio fundo e fundo do atletismo. Em Atenas, foram dois ouros, dois a menos que em Sydney, quando teve seu melhor desempenho. Agora, meu blog previu quatro ouros, uma prata e sete bronzes para o país que ficou na décima oitava posição do quadro do meu blog.


Eslováquia Talvez uma das surpresas do quadro, aparecendo entre os to-20, na décima nona posição com três ouros e duas pratas.Em Atenas foram dois ouros, e agora o país promete mais um. Com grandes nomes na canoagem slalom, o país tem tudo para conquistar três das quatra vitórias na modalidade. De resto, o judô deve repetir uma medalha conquistada em Atenas. O país tem apenas uma modalidade como força e demonstra ter uma delegação heterogênia, sem grandes destaques.

Geórgia Fechando o top-20, a delegação da Georgia, que em 2000 teve uma participação olímpica parecida com a do Brasil, sem medalhas de ouro e um total de seis bronzes. Para Pequim, o país vem muito bem representado no judô e nas lutas para melhorar os dois ouros conquistados há quatro anos. Pelo blog, foram previstos seis medalhas, três ouros, uma prata e dois bronzes.

Croácia Pelo meu blog, a delegação da Croácia ficaria na vigésima primeira posição com três ouros e dois bronzes., melhor desempenho disparado do país, que tem o recorde de um ouro e um total de cinco medalhas, há quatro anos. Os destaques da delegação são o handebol e o pólo aquático, que prometem ouro, e o boxe que promete trazer a primeira medalha da história do esporte para o país.

Espanha Apesar de apenas a vigésima segunda posição no quadro de medalhas, a Espanha promete a melhor olimpíada desde quando ficou na sexta posição em 1992, quando sediou o evento. Meu blog previu 2 ouros, 14 pratas e 2 bronzes para a delegação que tem tudo para levar mais ouros, já que por 14 vezes no meu blog ficou na segunda posição. Os grandes destaque são o tenista Rafael Nadal, a equipe de basquete masculina e o triatleta Javier Gomez. Melhorar os cinco ouros de Atlanta 96 já seria uma vitória para os espanhóis, que naquela ocasião ficaram em décimo terceiro.

Bulgária A Bulgária prometida dois ouros, seis pratas e quatro bronzes, ficando na 23ª posição do quadro, mas toda a delegação de levantamento de peso, que segundo meu blog traria três medalhas, foi banida dos Jogos por uso de dopping. Agora, o país que ficou em terceiro nos Jogos de Moscou, deve sair dos 30 melhores, assim como acontecera em Atenas, quando ficou em 33º. Os destaque da delegação são as lutas, que prometem dois ouros e duas pratas, e o destaque negativo para o atletismo que pode sair zerado de Pequim , assim como saiu de Atenas.

Nova Zelândia A Nova Zelândia tem previsto pelo meu blog um total de nove medalhas, dois ouros, cinco pratas e dois bronzes ficando na vigésima quarta posição. O triatlo e o ciclismo seguem como candidatos ao pódio assim como o remo, que promete os dois únicos ouros da delegação. Em Atenas, foram três ouros e uma vigésima quarta posição. A melhor participação do país foi em 1984, quando ficou na oitava posição.


Irã Os iranianos fecham os top-25 do meu blog com um total de oito medalhas, dois ouros, duas pratas e três bronzes, ganhando mais medalhas que em Atenas, mas uma a menos de ouro. Naquela ocasião, ficou em vigésimo nono no quadro, longe da décima quarta posição obtida em 1956 na melhor participação do país.
Os destaques da delegação são o levantamento de peso, com um ouro, e as lutas que prometem cinco medalhas. Além disso, o país tem tudo para levar a primeira medalha em esportes diferentes dos três citados, com uma possível medalha no judô.

Suiça Os suiços tem previstos pelo blog um total de cinco medalhas, dois ouros e três pratas, campanha que lhe daria a vigésima sexta posição no quadro de medalhas que melhoraria as posições nas olimpíadas anteriores mas nem de perto faz lembrar as colocações obtidas na primeira metade do século. Os destaques prometem ser o ciclismo, que tem previstos pelo blog um ouro e duas pratas, melhorando a medalha de prata obtida há quatro anos. Além disso, tem o incrível Roger Federer, que apesar de estar numa pequena decadência, ainda é o maior credenciado ao ouro.

Polônia A vigésima sétima posição para os poloneses no quadro de medalhas do blog, com dois ouros, duas pratas e três bronzes, fariam o país continuar sua queda no quadro de medalhas. Depois de ser sexto em 1976, foi caindo aos poucos até ser 23º há quatro anos. Os destaques seguem a natação e o atletismo com duas medalhas previstas para cada, além do remo que quer manter a tradição e levar um ouro, previsto pelo blog.

Canadá Os canadenses perdera as vésperas dos Jogos uma das maiores esperanças de ouro, a barrerista Perdita Felicien, que machucada não irá a Pequim. Desta forma, meu blog previu 2 ouros, 2 pratas e 7 bronzes, com um total de 11 pódios para o país das coníferas. Os destaques permanecem sendo a canoagem e o triatlo, além da ginástica trampolim. O país, que ficou em 21º em Atenas, teve sua melhor participação em Los Angeles, 1984.

Portugal Os portugueses, apesar de não chegarem a 100 atletas para Pequim, tem alguns destaques podem levar o país para a melhor participação da história, melhorando as três medalhas de 1984. O blog previu dois ouros, duas pratas e dois bronzes para o país, que fecharia os Jogos Olímpicos na vigésima nona posição, melhor posição da história. Naide Gomez, no atletismo, Vanessa Fernandez, no triatlo são os destaques da delegação, que tem tudo para fazer a melhor participação da história de nossa Metrópole.


Noruega A Noruega terá, segundo o blog, uma das maiores quedas no quadro de medalhas. Depois de terminar na décima sétima posição em Atenas, com cinco ouros, o país tem previstos apenas 2 ouros, 1 prata e 2 bronzes, o que deixaria na trigésima posição. O atletismo, Canoagem, vela, remo e ciclismo, os cinco esportes que levaram ouro há quatro anos, prometem medalhas, segundo o blog, mas não de ouro como há quatro anos. O número de medalhas no total permancerá parecido, resta saber o número de ouros.